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RETROSPECTIVA 2013









ESTAMOS EM RECESSO E DESEJAMOS A TODO  CORPO DOCENTE E DISCENTE DO NOSSO ESTABELECIMENTO DE ENSINO, UM BOM NATAL E UM FELIZ 2014 REPLETO DE CONQUISTAS!

ABRAÇOS FRATERNOS
GEOGRAFANDO PHB
ALAGOA GRANDE - PARAIBA

Blocos Econômicos e Organizações Internacionais

Mapa destacando os principais blocos econômicos do planeta 
Mapa destacando os principais blocos econômicos do planeta

Os acordos internacionais têm como objetivo criar organismos que dinamizem as relações comerciais, sociais e políticas entre os países membros. Essas organizações estão presentes em todas as partes do planeta, atuando em forma de blocos econômicos, países que discutem a economia global, órgão que estabelece regras e acordos para o comércio internacional, grupo de nações que visa controlar a produção e venda de um determinado produto, etc.
Os blocos econômicos, por exemplo, são formados para reduzir e/ou eliminar as tarifas alfandegárias, intensificando, assim, a importação e exportação de produtos. Já a OEA (Organização dos Estados Americanos) visa garantir a paz e a segurança continental; a OPEP (Organização dos Países Produtores de Petróleo), por sua vez, controla a produção e a exportação de petróleo.
Créditos:
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
 
                                                         O PAPEL DO FMI E DO BIRD



      Há algum tempo, as dívidas externas de grande número de países do Sul – e também, mais recentemente, de algumas “economias de transição”, como a Rússia, a Polônia, a Bulgária, a República Tcheca e a Hungria – vêm se constituindo num importante assunto da política e da diplomacia internacional.
       Alguns desses países endividados já entraram numa espécie de círculo vicioso, de acúmulo progressivo da dívida: eles tomam dinheiro emprestado não para investir em suas economias, mas para pagar os juros e amortizar (pagar em parcelas) o principal de suas dívidas externas. Com isso, o montante de seu endividamento vai acumulando a cada ano.
        Para resolver o problema, esses Estados procuram a todo custo aumentar suas exportações e, ao mesmo tempo, diminuir suas importações. O objetivo dessa política econômica é conseguir recursos por meio de grandes superávits em suas balanças comerciais. No entanto, como saldo comercial, com raras exceções, não é suficiente para pagar os compromissos da dívida externa, os países endividados continuam no círculo vicioso, fazendo novos empréstimos para pagar velhos compromissos.
       Ultimamente tem sido comum esses países endividados recorreram ao fundo Monetário Internacional (FMI), com sede em Washington, Estados Unidos.
      O FMI surgiu no fim da Segunda Guerra Mundial, juntamente com o seu parceiro, o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), também conhecido como Banco Mundial e igualmente sediado em Washington. Tanto o BIRD como o FMI são instrumentos financeiros controlados pelos países ricos, especialmente os Estados Unidos, embora oficialmente eles pertençam à ONU e centenas de países possuem cotas e são considerados seus sócios.
       Em 1944, o mundo passava por um momento muito delicado. A guerra estava chegando ao fim e havia uma grande crise e instabilidade das moedas. Diante disso, dezenas de países reuniram-se para planejar a estabilidade da economia mundial. Foi nessa ocasião que o FMI e o Banco Mundial foram criados, como complemento dos acordos de Bretton Woods, assinado na cidade norte-americano de mesmo nome. Na prática, porém, os Estados Unidos exercem grande influência nessas duas organizações, pois as maiores contribuições financeiras que elas recebem provêm desse país.
       Os acordos de Bretton Woods estabeleceram que o dólar norte-americano fosse à principal moeda (dinheiro) internacional, e que o BIRD e o FMI auxiliariam na estabilização da economia capitalista mundial, evitando grandes oscilações no valor das diversas moedas dos países desenvolvidos, e ajudariam na reconstrução do Japão e dos países europeus arrasados pela guerra. O BIRD tem como função conceder empréstimos aos países que necessitam de dinheiro para investimentos. O FMI desempenha o papel de coordenador e fiscalizador dos empréstimos e das políticas de desenvolvimento posta em prática pelos países endividados.
        O BIRD e, principalmente o FMI tem procurado intervir na política econômica dos países subdesenvolvidos. O FMI não empresta diretamente grandes quantidades em dinheiro, mas tem um importante papel fiscalizador dos pagamentos. Por essa razão, tem o apoio dos banqueiros internacionais.
         O FMI procura impor aos países endividados uma política econômica recessiva, isto é, que entrava as atividades econômicas, dificulta novos investimentos e reduz os ganhos salariais. Tudo isso sob o pretexto de que o pagamento da dívida externa é mais importante. Algumas medidas propostas aos países endividados recaem sobre a maioria da população, pois é bem mais fácil controlar os salários e reduzir os gastos públicos relacionados com áreas sociais, como educação e saúde.
                                                                                     
Nenhuma grande vitória é possível sem que tenha sido precedida de pequenas vitórias sobre nós mesmos.
                                                                                                   L. M. Leonov
USO DAS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS NA ESCOLA E NA SALA DE AULA

         A sociedade do século XXI caracteriza-se por novas formas de relacionamento social, baseada nas redes sociais. Cada vez mais cedo, computadores, celulares, tablets e outros aparelhos digitais fazem parte da vida e do cotidiano de crianças e adolescentes brasileiros. No país, a idade do primeiro acesso à internet é, em média, entre nove e dez anos. Metade dos jovens afirma-se conectar-se à rede diariamente.  Esse fato também é observado com os nossos alunos da Escola Estadual do Ensino Fundamental e Médio Padre Hildon Bandeira, é comum a maioria dos alunos tanto os que moram na zona urbana e rural fazer uso das redes sociais.

         “A priori”, senti a necessidade de fazer uma abordagem sobre as Redes Sociais, em seguida foi trabalhado um texto informativo, “Redes Sociais e a Tecnologia na Sociedade e na Escola.” Como recurso metodológico foi feito um levantamento por meio de um breve questionário sobre o uso das ferramentas tecnológicas na escola e na sala de aula, num universo de quarenta e dois alunos, pertencentes à escola onde leciono Padre Hildon Bandeira, 3º ano do ensino médio noite, envolvendo questões objetivas e algumas de forma aberta, onde o alunado pudesse opinar sobre algumas questões conforme vide em anexo no final deste relatório. Foram aplicados questionários com alunos da faixa etária de dezoito a dezenove anos, a maioria é do sexo feminino, não são repetentes, mora na zona urbana, um pequeno número de quase 20 por cento é da zoa rural. A maioria dos alunos tem acesso à internet em casa, possui perfil na rede social. O FACEBOOK foi à rede social mais citada pelos alunos, a maioria acessam a internet nos finais de semana, identificando a importância de um instrumento de socialização comunicação e rever parentes e amigos que moram distantes, até noutras regiões. Acharam importante a utilização das ferramentas tecnológicas em todos os níveis e séries na educação escolar. A pesquisa foi realizada durante o mês de Agosto, para realizar as sucessivas observações e aplicação de questionários.
          Durante o período trabalhado constatei que foi bastante pertinente o uso das ferramentas tecnológicas na escola e na sala de aula, pois no processo de ensino aprendizagem dos alunos utilizamos o computador, celular, data show, blogs e outros disponíveis. Criamos o blog educacional “GEOGRAFANDO PHB”, acessado através do link: http://www.geografandophb.blogspot.com e email:geografandophb@bol.com.br/ para contato direto com o corpo discente no tocante as atividades educacionais da disciplina. O surgimento e a utilização de novas tecnologias como jogos, comunidades virtuais, blog e redes sociais, contribuem para despertar o interesse dos alunos a participar mais ativamente das tarefas propostas pelo professor, melhorando também a relação professor aluno em sala de aula.
         
Instrumento da Pesquisa:
    Profº: Nelson. Alunos: 42. Turma: 3º Ano E. Turno: Noite. Escola: E.E.E.F.M.P.H.B.
Tema Geral: Uso das Ferramentas Tecnológicas na escola e em sala de aula. Questões:

1-Você já pensou como seria o mundo sem o computador, vídeo game, telefone celular, DVD, internet ou outra ferramenta de mídia?
a.(  ) seria um verdadeiro fracasso em tudo de bom que a vida nos oferece;
b.(  ) seria bem melhor e de forma nostálgica usando o telégrafo, cartas e outros;
c.(  ) não saberia responder pois não sei como puderam viver tanto tempo sem eles.
2-O que você entende por “Redes Sociais”:
a.(  ) são um meio de se conectar a outras pessoas na internet;
b.(  ) um grupo de pessoas fechadas dentro de um ambiente educacional;
c.(  ) não tenho a menor noção do que se trata.
3- Você tem acesso à internet somente:
a.(  ) na escola;
b.(  ) em casa;
c.(  ) em lan house;
d.(  ) outros lugares;
e.(  ) nunca acessei a internet.
4-Você tem algum perfil em rede social? Caso de afirmativo cite o nome da rede social:
a.(  ) sim......................................................
b.(  ) não
5- Com que frequência você navega na internet:
a.(  ) diariamente e a qualquer horas;
b.(  ) somente em fins de semana;
c.(  ) outros momentos
6- As redes sociais podem ajudar na educação?
a.(  ) sim
b.(  ) não
7- Os professores devem utilizar as ferramentas tecnológicas em sala de aula?
a.(  ) sim
b.(  ) não
8- Você acessa algum blog educacional da escola? Em caso de afirmativo, cite o nome dele:
a.(  ) sim ............................................................
b.(  ) não
9- Como o celular pode servir como ferramenta educacional?
a.(  ) facilitando o seu uso para pesquisas solicitadas pelo professor(a);
b.(  ) não possui nenhuma eficácia como uso educacional.
10- O Que você acha do uso das Tics (Tecnologia da Informação e Comunicações) nas salas de aulas?
a.(  ) importante, precisamos acompanhar a modernidade na onda da globalização;
b.(  ) sem importância, só serve para deixar mais preguiçosos diante dos trabalhos;
c.(  ) minha opinião é ........................................................................................................
    
                         Meu agradecimento pela sua participação!
                                                                               Profº Nelson.

          Através desse relatório procurei mostrar um trabalho junto ao ambiente coorporativo de aprendizagem do e-proinfo, curso introdução a educação digital 2013. Sob o tema “O uso das ferramentas tecnológicas em sala de aula”. Sua importância no dia a dia pra fins didáticos pedagógicos.  Participamos de várias  discussões publicando material no blog educacional “Geografando PHB” e interagindo também. Pois vivemos numa sociedade de informação e de estímulos do senso crítico.
          O resultado de tudo isso é que foi bastante proveitoso, onde a uso das devidas ferramentas para facilitar o trabalho pedagógico na escola e na sala de aula por todos nós imigrantes virtuais diante dos nativos virtuais.
  
Referências:
MEC – e-proinfo; Curso; Introdução A Educação Digital 2013 (nte Campina GrandePb).
Secretaria de Educação a Distancia – Ministério da Educação. Proinfo Integrado.

Secretaria de Estado da Educação e Cultura – Gov. da PB  




Reflexão sobre Leitura e Escrita na Escola

De acordo como aprendemos diante da tecnologia empregada vê que é muito importante hoje o uso da ferramenta de edição de texto na escola no tocante não só da escrita, como também na leitura por parte do nosso alunado, pois faz parte do próprio processo de ensino aprendizagem.
Vejo muito mais ganho do que perda nesse processo, toda facilidade que o “Editor de texto Writter” traz, ficando bonito o seu conteúdo, todos tendo a mesma acessibilidade de material produzido, sem erros e outros pormenores.
A única Forma de perda que considero é a preguiça mental, mas acredito que também poderá ser superada mediante da forma de como saber dinamizar dentro das aulas. Pois hoje diante desta facilidade que é oferecida nas avaliações o aluno prefere não valorizar nem a escrita e tão pouco a leitura, basta pedir para fazê-lo e a resposta normalmente por unanimidade é “não”. Sintetizar isso não é fácil, mas também não é impossível.
O educador para potencializar suas aulas superando todas estas nuance deve estar bem preparado mesmo. Mostrando a importância da leitura  e escrita no dia a dia para este educando.
Nelson
           



  REDES SOCIAIS E A TECNOLOGIA NA SOCIEDADE E NA ESCOLA

         Várias são as ferramentas já utilizadas hoje em dia tanto na escola quanto na nossa sociedade de um modo geral diante da própria globalização tecnológica, onde necessitamos do acompanhamento de toda a evolução que a mídia tem nos proporcionado no dia a dia, para o aperfeiçoamento diante o processo de ensino e aprendizagem que por hora per maneia na educação digital.
         Onde quer que estejamos, percebemos também a presença da tecnologia; na TV, no rádio no carro, na nossa casa em objetos de uso pessoal, domestico etc. levando tais conhecimentos também para sala de aula nas escolas, pois se permite criar, transformar, modificar em prol de uma sociedade e do próprio individuo. Exemplo; o próprio computador com todos os seus periféricos. Está havendo grandes mudanças em seus aperfeiçoamentos, para melhorias nas utilizações como fins de produção econômica em todos os setores presentes da sociedade.
         Na escola temos como forma de facilitar pesquisas e meios de aprendizagem do mundo virtual; o computador, os tabletes e até mesmo o celular. Estamos no momento usando às tais tecnologias com o propósito de aprender e ensinar cada vez mais, sabendo da sua importância, métodos e limites para com os nossos alunos. Acompanhando todas as inovações apresentadas junto ao processo de inclusão digital nas escolas, foram pertinentes a saberes do corpo discente, pois o uso das ferramentas despertou-nos mesmos um novo método de aprendizagem e interatividade.
         Esperamos agora com esse despertar das tais ferramentas accessíveis seja de bom proveito para construirmos um mundo melhor e com responsabilidades frente ao seu uso.
Abraços Virtuais

Nelson.
Coordenadas Geográficas
As coordenadas geográficas são um sistema de linhas imaginárias traçadas sobre o globo terrestre ou um mapa. É através da interseção de um meridiano com um paralelo que podemos  localizar cada ponto da superfície da Terra.
Suas coordenadas são a latitude e a longitude e o princípio utilizado é a graduação (graus, minutos e segundos).
Os paralelos e os meridianos são indicados por graus de circunferências. Um grau (1°) equivale a uma das 360 partes iguais em que a circunferência pode ser dividida. Um grau por sua vez dividi-se em 60 minutos (60') e cada minuto pode ser divido em 60 segundos (60"). Assim um grau é igual a 59 minutos e 60 segundos.
Os paralelos são linhas paralelas ao Equador, sendo que a própria linha imaginária do Equador é um paralelo. O 0º corresponde ao equador, o 90º ao pólo norte e o -90º ao pólo sul.
Os meridianos são linhas perpendiculares ao Equador que vão do Pólo Norte ao Pólo Sul e cruzam com os paralelos. Todos os meridianos possuem o mesmo tamanho e o ponto de partida para a numeração dos meridianos é o meridiano que passa pelo observatório de Greenwich, na Inglaterra. Logo, o meridiano de Greenwich é o meridiano principal (0°). A leste de Greenwich os meridianos são medidos por valores crescentes até 180º e, a oeste, suas medidas são decrescentes até o limite de -180º.
A partir dos meridianos e paralelos, foram estabelecidas as coordenadas geográficas que são medidas em graus e, a partir das coordenadas geográficas é possível localizar qualquer ponto da superfície da Terra.
Latitude
Latitude é o ângulo formado entre o Equador e um ponto estimado. Todos os pontos do Equador  possuem latitude geográfica igual a 0º. Pontos situados ao norte do equador têm latitudes maiores que 0º variando até 90º que é a latitude do pólo geográfico norte. Da mesma forma variam as latitudes ao sul do equador terrestre, desde 0º a 90º, latitude do pólo geográfico sul. Para se diferenciar os valores, atribui-se sinal positivo para as latitudes norte e negativo para as latitudes sul.
Longitude
É o Angulo formado entre o meridiano que passa por determinado lugar e o meridiano de Greenwich. A longitude é medida de 0º a 180º, para leste ou para oeste de Greenwich. Por convenção, atribui-se também sinais para as longitudes: negativo para oeste e positivo para leste. Ao termos os valores da latitude e da longitude de um local desejado, teremos determinado as coordenadas geográficas do mesmo.

Veiculação na Internet.
Texto Para Estudo: “CARTOGRAFIA”  1º Ano Noturno
         Cartografia é a ciência que cuida da confecção de mapas e cartas geográficas. Os cartógrafos são as pessoas responsáveis pela representação da terra através de globos, mapas, ou cartas geográficas.
         Para ler um mapa, é preciso conhecer a linguagem empregada. De modo geral, os geógrafos utilizam os mapas para diferentes finalidades como: obter informações sobre distribuição espacial dos fenômenos e relações espaciais, coletar dados para descrições e análises estatísticas e geográficas e identificar problemas geográficos para solucioná-los.
         Em um mapa podemos distinguir: a escala, a projeção e a legenda.
  • ESCALA
É à medida que usamos para diminuir o tamanho de um objeto ou de um espaço, conservando suas proporções.
         Quando a redução for muito grande, a escala é pequena, como a utilizada nos planisfério ou mapas-múndi, que representam todo o globo terrestre. Quando representa um continente um país ou porção de um país, a escala é média. Será grande quando a redução for pequena, sendo denominada planta, representando uma cidade. Um prédio, uma propriedade rural ou urbana.
         Os tipos mais comuns são: Numérica e Gráfica.
*NUMÉRICA - Quando representadas por números como 1:5000.000 ou 1/5.000.000 (lê-se um por cinco milhões). Os números indicam que 1 cm (um centímetro) do mapa corresponde a cinco milhões de centímetros no terreno. Fazendo-se a redução de cm para km, cortam-se cinco casas e teremos 1 cm equivalente a 50 km no terreno;
*GRÁFICA – É representada por uma linha dividida em vários seguimentos numerados indicando que cada 1 cm, como no exemplo abaixo, equivale 10 Km.







0                  20                  40                 60 km.
Por meio da escala do mapa podemos medir as distâncias entre as várias localidades, os cumprimentos dos rios, estradas; áreas ocupadas pelas cidades, plantações, bacias hidrográficas.
  • PROJEÇÕES
São as formas utilizadas para a representação. Pode ser: Cilíndricas, cônicas e azimutais ou horizontais. As Cilíndricas se baseiam na projeção dos paralelos e dos meridianos em um cilindro envolvente, o qual é posteriormente planificado. As cônicas se baseiam na projeção total ou parcial de um dos hemisférios sobre um cone que os tangencia. As azimutais são aquelas que se destinam em especial à representação das regiões polares.
  • LEGENDA
A Legenda explica os símbolos empregados. Os símbolos são convenções internacionais sendo representados através de cores, linhas, sombreados e sinais gráficos (círculos, desenhos de animais, aviões, âncoras). As linhas são utilizadas para indicar ferrovias, rodovias, canais, rios, fronteiras, altitudes, temperaturas, precipitações atmosféricas, densidades. As isolinhas indicam a união de pontos de igual valor em relação aos fenômenos representados; isoterma (linha que une  pontos ou locais de igual temperatura); isoieta (linha que une ponto de igual pluviosidade); isoípsa (linha que une pontos de igual altitude, acima do nível do mar); isóbata (linha que une pontos de igual profundidade, abaixo do nível do mar). As cores convencionais podem ser:
PLANIMÉTRICAS - Quando representam aspectos localizados na superfície terrestre:
              Preta – (Localidades (cidades, casas, vilas); limites políticos internacionais, interestaduais, intermunicipais); limites de áreas (tipos de solos, de vegetação, de cultivos ) e estradas de ferro.

               Vermelho – (Estradas de rodagem; corrente marítima quente e frentes quentes).

               Azul – Para indicar presença de água (rios, lagos, pântanos, oceanos, mares); correntes marítimas frias e frentes frias.

               Verde – para indicar vegetação e campos de cultivo.

ALTOMÉTRICAS – Quando indicam a altitude ou a profundidade de uma região. Dividem-se em hipsométricas e batimétricas.
*As Hipsométricas – Representam cotas positivas (acima do nível do mar) ou negativas (abaixo do nível do mar) do relevo continental. Utilizam-se as seguintes cores: verde escuro (depressões absolutas, abaixo do nível do mar), verde mais claro, até 200 m; tons de amarelo até 3.000m; marrom até 4.000m; branco acima de 4.000m.
*As Batimétricas – representam as profundidades das águas oceânicas e continentais. As mais raras são representadas por azul bem claro e conforme vai aumentando a profundidade o azul vai tornando mais escuro.
         De modo geral são as cores mais utilizadas nos Atlas.
Atlas é o conjunto ou reunião de vários mapas. Todo aluno de geografia deve possuir um Atlas Geográfico.
*OS TIPOS DE MAPAS: Físicos, políticos, econômicos, demográficos, e históricos;
FÍSICOS – quando indicam ou representam elementos do quadro físico ou natural terrestre como relevo, clima, vegetação, solo, bacias hidrográficas, lagos oceanos;
POLÍTICOS – representam as divisões políticas: municípios, estados e países;
ECONÔMICOS – representam a produção de determinados elementos como recursos naturais, produção agropecuária, localização industrial;
DEMOGRÁFICOS – distribuição da população no espaço geográfico;
HISTÓRICOS – indicam os processos evolutivos de ocupação das diferentes partes do espaço terrestre.

                                 “O Homem poderia fazer muito mais se não julgassem tantas coisas impossíveis”
                                                                                                                             Nelson.


EMAIL: geografandophb@bol.com.br

Significado econômico e político das privatizações  (Texto de estudo).

As privatizações ocorrem quando uma empresa ou uma instituição estatal - grupos de investimentos, multinacionais, organizações estratégicas, entre outros - são vendidos para a esfera privada, quase sempre através de leilões públicos. Normalmente elas se processam quando estas empresas não estão mais proporcionando os lucros exigidos para se enfrentar um mercado competitivo ou quando elas atravessam crises financeiras sérias. Nos anos 90, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, diversas empresas públicas foram vendidas para o setor privado - Telesp, Companhia Vale do Rio Doce, Banespa, entre outras. Este processo tem ocorrido em todas as partes do planeta, pois é uma conseqüência natural da globalização, processo típico de nossos tempos. Os mecanismos de privatização modernos são descendentes das teorias econômicas de Adam Smith, portanto esta doutrina não é algo gerado pelo mundo contemporâneo.
Ao mesmo tempo em que os tradicionalistas defendem a privatização como algo essencialmente econômico, teóricos como Feigenbaum e Henig vêem esse processo como um evento inerente mais à esfera política, do que propriamente à economia e ao campo administrativo. A privatização foi amplamente inserida na práxis pelos governos Ford, Carter e Reagan, nos EUA, e pela gestão Thatcher na Inglaterra. O restante da economia mundial sofreu as influências marcantes destas administrações, que eximiam do âmbito estatal grande parte dos encargos públicos, transmitindo estas responsabilidades para a esfera privada. Na América Latina esse processo alcançou o ápice no governo de Augusto Pinochet, no Chile, em 1973.
Em nosso país, embora alguns grupos nacionalistas ainda protestem e expresse sua indignação, as privatizações têm seguido um ritmo acelerado. Em grande parte este avanço se deve ao momento crítico que o Estado atravessa e ao próprio contexto econômico mundial, no qual só é permitido sobreviver se os competidores aceitarem as regras do jogo. Assim, a mudança de mãos das empresas estatais não encontra obstáculos que a detenha.
Desenvolvem-se atualmente vários estudos acerca dos efeitos destas privatizações maciças sobre a nossa economia, principalmente a respeito do choque causado por estas transações comerciais no montante dos déficits públicos, bem como das conseqüências destes impactos sobre a performance da economia mundial. Estes especialistas também têm chamado a atenção para um detalhe significativo - a velocidade com que o Estado tem se desfeito de suas instâncias econômicas, pode futuramente comprometer qualquer ingerência estatal na esfera da Economia, seja no sentido de definir os limites dos empreendimentos econômicos, seja na tentativa de tomar atitudes decisivas neste setor quando for necessário. As privatizações se instalaram definitivamente na América Latina nos anos 90, estimuladas pela ação do Banco Mundial e do FMI - Fundo Monetário Internacional -, que seguiram a orientação direta do conhecido Consenso de Washington, com a justificativa de que elas incrementariam o crescimento econômico destes países.
(texto originalmente publicado no portal InfoEscola)
EMAIL: geografandophb@bol.com.br

      EEEFMPHB – GEOGRAFIA – 1º ano Noite. Turmas: H-I-J-L. Profº Nelson
     Texto livre Para Estudo: “O ESPAÇO E SUAS REPRESENTAÇÕES”. 1º BIM. 2013.

         A Maior parte da superfície terrestre é constituída por espaços geográficos. São os espaços modificados, construídos pelos grupos humanos. Os que ainda não sofreram intervenção dos grupos humanos são chamados espaços naturais.
         A Construção do espaço depende do nível cultural e do seu desenvolvimento dos grupos humanos, que vão ao longo do tempo, organizando o espaço em função das condições naturais, das atividades que praticam das técnicas que empregam, bem como do relacionamento que mantém entre si e com os outros grupos. Em fim, de uma série de fatores econômicos, sociais, históricos e culturais.
         As transformações técnicas e científicas, movida pelo interesse ou impelida por alguma necessidade, onde o homem usa a sua inteligência para construir instrumentos e tende aumentar o rendimento de seu trabalho, concedendo o domínio o homem sobre a natureza, bem como a aceleração e difusão das inovações técnicas, teve como marco fundamental o surgimento do capitalismo, nos séculos XV e XVI.
         Ao desenvolver-se, o capitalismo foi aos poucos incorporando as atividades até então de subsistência. Sua primeira grande inovação foi promover a divisão do trabalho a fim de melhorar a produtividade e aumentar a produção de bens, agora entendidas como mercadorias, uma vez que se destinavam ao mercado. Na divisão do trabalho, há uma decomposição do processo de produção, onde cada operação ou tarefa seja mantida por um ou mais trabalhadores aumentando a produtividade, por que:
·         Poupa o tempo desperdiçado pelo trabalhador ao passar de uma tarefa para outra.
·         Possibilita a especialização ao trabalhador, agora dedicado a uma só tarefa.
·         Estimulando a invenção de ferramentas especialmente adaptadas a cada tipo de trabalho.
         O desenvolvimento da chamada ciência moderna, nos séculos XVI e XVII, contribuiu igualmente para construção dessa concepção pragmática de natureza, na medida em que o saber científico, prático, era aceito como único capaz de conhecer do homem significava controle e domínio principalmente sobre o natural.
         O campo da Geografia Humana se fez uso de mapas para fins políticos e econômicos, o estudo de grupos humanos, o uso da terra, via de transportes e outros.
         A Geografia Humana apresenta várias subdivisões: chama-se geografia da população quando trata dos grupos humanos; geografia da circulação quando aborda os transportes e assim por diante.
         A Subdivisão mais importante é a geografia econômica, que estuda a distribuição, a produção e o consumo dos bens obtidos pela atividade do homem no espaço geográfico.

                                “O Homem poderia fazer muito mais se não julgassem tantas coisas impossíveis”.

Alagoa Grande - Vale do Paó